A viagem – história engraçada

Tudo começou no Msn. Joseph estava interessando em uma menina chamada Bonita Martinez de 17 anos. A moça morava em outra cidade, isso dificultava o encontro entre eles.

Em uma sexta feira, véspera de feriado, os 3 amigos estavam online. Joseph estava todo empolgado contando sobre a tal Bonita para Ailton e George.  A conversa onlineestava sendo enviada simultaneamente para os amigos. Algumas partes safadinhas do diálogo faziam Ailton e George repetirem várias vezes:

– O que você está esperando pra ir pegar essa mulher?

Joseph falou que lá haviam outras duas meninas,e não se precisa dizer que em menos de 5 minutos, Ailton e George estavam na casa de Joseph.

Bastaram 10 minutos na casa de Joseph para os dois amigos ficarem tão empolgados quanto ele.Pelo Orkut, Ailton e George viram que as outras duas meninas amigas de Bonita eram também atraentes, George então falou:

– Vamos lá?

Ailton: – Lá onde?

George: – Pra cidade dessa mulher ué!

Essa frase gerou 2 reações. Joseph arregalou se animou: – Bora!

Ailton nem tanto:

– Po cara, não sei.

Porém não precisou muita pilha para que Ailton mudasse de ideia:

– Ta bom seus viados, bora!

Logo eles estavam vendo como iriam, questões de gasolina, grana, permissão dos pais (eles tinham apenas 18 anos, George, 17).

O resultado da conversa: o carro precisava de algumas manutenções para uma viagem de 300km e de gasolina, o somatório de dinheiro dos 3 não passava de 180 reais. Esses não foram problemas, em menos de 2h, eles já haviam ido ao mercado e ganhado permissão dos pais. Compraram 4 engradados de long neck, algumas batatas, miojos e camisinhas (já que eles só dispunham daquela que da no posto de saúde, e essas não prestam). As mochilas já estavam prontas também.

Já na estrada com suas bandas preferidas tocando a todo volume no carro, eles iam rindo e conversando sobre as festinhas que já tinham ido, as garotas que já haviam pegado e os tempo de colégio. Nesse meio tempo, Joseph ia se correspondendo com Bonita via sms, George ia digitando para ele, já que ele estava dirigindo.

As quase 4h de viagem foram tranquilas. O tráfego lento em alguns trechos e a burrice do GPS contribuiu para a demora.

Chegando a cidade pararam para comprar um refrigerante e foram para o ponto de encontro com as meninas. Que não foi fácil de encontrar, mas estavam empolgados de finalmente estarem próximos.

No lugar de encontro estava Bonita e Ravena Martinez de 17 anos(sua prima). O primeiro contato foi esquisito, era complicado quebrar o silencia dentro do carro, inclusive nos bancos de traz.

A formação dentro do carro estava:

Banco da frente: Joseph e Bonita.

Banco de traz: Ailton , Ravena e George. Exatamente nessa ordem.

As melhores viagens que existem são as que surgem do nada, principalmente as de carro. Encher o tanque de gasolina, comprar algumas bebidas, miojos e biscoitos e cair na estrada sem medo ,ao som do rock’n roll é perfeito. E foi nessa vibe que George Town, Ailton Silva e o motorista Joseph Washington ,caíram na estrada.

Tudo começou no Msn. Joseph estava interessando (sexualmente falando) em uma menina chamada Bonita Martinez de 17 anos. A moça morava em outra cidade, isso dificultava o encontro entre eles.

Em uma sexta feira, véspera de feriado, os 3 amigos estavam online. Joseph estava todo empolgado contando sobre a tal Bonita para Ailton e George.  A conversa onlineestava sendo enviada simultaneamente para os amigos. Algumas partes safadinhas do diálogo faziam Ailton e George repetirem várias vezes:

– O que você está esperando pra ir pegar essa mulher?

Joseph falou que lá haviam outras duas meninas,e não se precisa dizer que em menos de 5 minutos, Ailton e George estavam na casa de Joseph.

Bastaram 10 minutos na casa de Joseph para os dois amigos ficarem tão empolgados quanto ele.Pelo Orkut, Ailton e George viram que as outras duas meninas amigas de Bonita eram também atraentes, George então falou:

– Vamos lá?

Ailton: – Lá onde?

George: – Pra cidade dessa mulher ué!

Essa frase gerou 2 reações. Joseph arregalou se animou: – Bora!

Ailton nem tanto:

– Po cara, não sei.

Porém não precisou muita pilha para que Ailton mudasse de ideia:

– Ta bom seus viados, bora!

Logo eles estavam vendo como iriam, questões de gasolina, grana, permissão dos pais (eles tinham apenas 18 anos, George, 17).

O resultado da conversa: o carro precisava de algumas manutenções para uma viagem de 300km e de gasolina, o somatório de dinheiro dos 3 não passava de 180 reais. Esses não foram problemas, em menos de 2h, eles já haviam ido ao mercado e ganhado permissão dos pais. Compraram 4 engradados de long neck, algumas batatas, miojos e camisinhas (já que eles só dispunham daquela que da no posto de saúde, e essas não prestam). As mochilas já estavam prontas também.

Já na estrada com suas bandas preferidas tocando a todo volume no carro, eles iam rindo e conversando sobre as festinhas que já tinham ido, as garotas que já haviam pegado e os tempo de colégio. Nesse meio tempo, Joseph ia se correspondendo com Bonita via sms, George ia digitando para ele, já que ele estava dirigindo.

As quase 4h de viagem foram tranquilas. O tráfego lento em alguns trechos e a burrice do GPS contribuiu para a demora.

Chegando a cidade pararam para comprar um refrigerante e foram para o ponto de encontro com as meninas. Que não foi fácil de encontrar, mas estavam empolgados de finalmente estarem próximos.

No lugar de encontro estava Bonita e Ravena Martinez de 17 anos(sua prima). O primeiro contato foi esquisito, era complicado quebrar o silencia dentro do carro, inclusive nos bancos de traz.

A formação dentro do carro estava:

Banco da frente: Joseph e Bonita.

Banco de traz: Ailton , Ravena e George. Exatamente nessa ordem.

Os dois tentavam das mais criativas formas puxar assunto com Ravena, que se mostrava pouco interessada.

Chegando à casa das jovens, os três estavam muito sem graça, demais! certas coisas começaram a não sair como o combinado. Uma delas é que os pais, tios e tias das meninas estavam em casa. Isso fez com que fosse gerado um empasse sobre quem entraria com as cervejas na casa. O escolhido foi Joseph, o mais confortável com a situação.

Joseph estava no quintal da casa, com 4 engradados de Antártica na mão, quando o pai de Bonita apareceu. O homem cumprimentou todos, perguntou se íamos sair, a resposta das meninas foi um “sim” empolgado. O coroa olhando para Joseph perguntou:

– Alguém aí dirige?

Joseph: – Eu (com uma voz amedrontada)

Ailton e George faziam um esforço gigante para não começar a rir.

O homem disse em um tom quase autoritário e sem expressão facial:

– Então você não vai beber né?!

Ailton já tinha ido rir no carro e George fazia cara de simpático.

Os 3 sabiam que a grana era curta e estavam muito incomodados com a ideia de sair e mexer no seu pequeno orçamento, sendo assim optaram por botar as cervejas para gelar e assim ficar em casa.

Algumas horas depois, devidamente alojados na casa das meninas, cerveja gelaaaada, papo fluindo e princípios de desenrolo já estavam aparecendo. Ailton já estava entrando em “modo de ataque” (desenrolo) para Ravena. Ela estava dando ideia, mesmo aparecendo um doido que gostava dela. Joseph e Bonita já estavam se pegando na cozinha. Enquanto isso, George se encantava com a toda exótica e linda, Maria Matinez ,de 16 anos  (amiga das meninas), ele simplesmente estava com a atenção toda voltada para ela, porém dois arrozes (pessoas que não estão e nem vão ficar com ninguém ,porém ainda assim curtem estar no ambiente) impediam qualquer investida mais contundente dele . E assim foi a madrugada inteira.

No Sábado, ao acordar ,os 3 foram para a praia, saíram sem avisar para as meninas, eles precisavam se situar quanto a viagem. Eles precisavam comer, então começaram procuraram um lugar barato e com sucesso ,acharam farto prato de feijoada por  15 reais. Eles comeram e voltaram para casa, onde estava na sala Bonita e Ravena, sozinhas dessa vez.

George ficou no carro dormindo, já que Maria não estava em casa. Ailton e Joseph então entraram na casa e o amasso doido começou. Beijos, puxões de cabelo, mãos excelente (também conhecidas como mãos bobas) aconteciam no banheiro e na sala da casa.

O terror deles começa, quando a tia das meninas chega em casa e abre a porta do nada! Ailton e Ravena estavam na sala e mal deu tempo dele disfarçar para fingir que nada acontecia, só queria avisar que havia chegado. E eles voltaram a fazer o que estavam fazendo, dessa vez com a porta trancada.

Alguns minutos depois, a tia volta e tenta abrir a porta, Ailton deu um salto tão grande que quase foi no teto. Ravena abriu a porta é perguntou o que a tia queria.  Joseph não estava nem se ligando em nada, ele estava no banheiro com Bonita.

Ailton e Ravena voltaram, dessa vez o jovem estava em estado de alerta total porém nada que desviasse sua atenção da moça.

A porta fez um barulho muito alto, dessa vez uma voz grossa em seguida:

– Ooo Bonita, por que essa merda ta trancada?

O pobre Ailton saiu da sala foi para a porta do banheiro e começou a falar para Joseph:

– Cara, alerta vermelho, alerta vermelho, vamos embora!!!

Enquanto isso o pai de Bonita insistia para elas abrirem a porta:

– Vai abrir essa merda ou não vai?

Joseph saiu do banheiro e foi se esconder na cozinha atrás da geladeira.

O homem dizia:

– Se essa porta ficar trancada de novo eu não vou querer saber, vou derrubar e vai acabar a farra!

Joseph e Ailton estavam convencidos de que era hora de ir. Não valia a pena arriscar. Então chamaram George no carro e começaram a arrumar suas coisas.

Eles saíram da casa de Bonita sem se despedir de ninguém. Não tinha como.

No caminho de volta, eles abasteceram e contaram as moedas para pagar três x-tudos, e ficaram faltando 40 centavos.

Mesmo com a viagem interrompida, já que era para voltar no domingo, a volta foi parecida com a ida. Os 3 rindo muito do acontecido, a parte da cerveja, do pai das meninas. E as risadas, só confirmavam para eles, o quanto valeu a pena arriscar e dizer: Bora!

Os dois tentavam das mais criativas formas puxar assunto com Ravena, que se mostrava pouco interessada.

Chegando à casa das jovens, os três estavam muito sem graça, demais! certas coisas começaram a não sair como o combinado. Uma delas é que os pais, tios e tias das meninas estavam em casa. Isso fez com que fosse gerado um empasse sobre quem entraria com as cervejas na casa. O escolhido foi Joseph, o mais confortável com a situação.

Joseph estava no quintal da casa, com 4 engradados de Antártica na mão, quando o pai de Bonita apareceu. O homem cumprimentou todos, perguntou se íamos sair, a resposta das meninas foi um “sim” empolgado. O coroa olhando para Joseph perguntou:

– Alguém aí dirige?

Joseph: – Eu (com uma voz amedrontada)

Ailton e George faziam um esforço gigante para não começar a rir.

O homem disse em um tom quase autoritário e sem expressão facial:

– Então você não vai beber né?!

Ailton já tinha ido rir no carro e George fazia cara de simpático.

Os 3 sabiam que a grana era curta e estavam muito incomodados com a ideia de sair e mexer no seu pequeno orçamento, sendo assim optaram por botar as cervejas para gelar e assim ficar em casa.

Algumas horas depois, devidamente alojados na casa das meninas, cerveja gelaaaada, papo fluindo e princípios de desenrolo já estavam aparecendo. Ailton já estava entrando em “modo de ataque” (desenrolo) para Ravena. Ela estava dando ideia, mesmo aparecendo um doido que gostava dela. Joseph e Bonita já estavam se pegando na cozinha. Enquanto isso, George se encantava com a toda exótica e linda, Maria Matinez ,de 16 anos  (amiga das meninas), ele simplesmente estava com a atenção toda voltada para ela, porém dois arrozes (pessoas que não estão e nem vão ficar com ninguém ,porém ainda assim curtem estar no ambiente) impediam qualquer investida mais contundente dele . E assim foi a madrugada inteira.

No Sábado, ao acordar ,os 3 foram para a praia, saíram sem avisar para as meninas, eles precisavam se situar quanto a viagem. Eles precisavam comer, então começaram procuraram um lugar barato e com sucesso ,acharam farto prato de feijoada por  15 reais. Eles comeram e voltaram para casa, onde estava na sala Bonita e Ravena, sozinhas dessa vez.

George ficou no carro dormindo, já que Maria não estava em casa. Ailton e Joseph então entraram na casa e o amasso doido começou. Beijos, puxões de cabelo, mãos excelente (também conhecidas como mãos bobas) aconteciam no banheiro e na sala da casa.

O terror deles começa, quando a tia das meninas chega em casa e abre a porta do nada! Ailton e Ravena estavam na sala e mal deu tempo dele disfarçar para fingir que nada acontecia, só queria avisar que havia chegado. E eles voltaram a fazer o que estavam fazendo, dessa vez com a porta trancada.

Alguns minutos depois, a tia volta e tenta abrir a porta, Ailton deu um salto tão grande que quase foi no teto. Ravena abriu a porta é perguntou o que a tia queria.  Joseph não estava nem se ligando em nada, ele estava no banheiro com Bonita.

Ailton e Ravena voltaram, dessa vez o jovem estava em estado de alerta total porém nada que desviasse sua atenção da moça.

A porta fez um barulho muito alto, dessa vez uma voz grossa em seguida:

– Ooo Bonita, por que essa merda ta trancada?

O pobre Ailton saiu da sala foi para a porta do banheiro e começou a falar para Joseph:

– Cara, alerta vermelho, alerta vermelho, vamos embora!!!

Enquanto isso o pai de Bonita insistia para elas abrirem a porta:

– Vai abrir essa merda ou não vai?

Joseph saiu do banheiro e foi se esconder na cozinha atrás da geladeira.

O homem dizia:

– Se essa porta ficar trancada de novo eu não vou querer saber, vou derrubar e vai acabar a farra!

Joseph e Ailton estavam convencidos de que era hora de ir. Não valia a pena arriscar. Então chamaram George no carro e começaram a arrumar suas coisas.

Eles saíram da casa de Bonita sem se despedir de ninguém. Não tinha como.

No caminho de volta, eles abasteceram e contaram as moedas para pagar três x-tudos, e ficaram faltando 40 centavos.

Mesmo com a viagem interrompida, já que era para voltar no domingo, a volta foi parecida com a ida. Os 3 rindo muito do acontecido, a parte da cerveja, do pai das meninas. E as risadas, só confirmavam para eles, o quanto valeu a pena arriscar e dizer: Bora!

 

via https://tapiocaverdadeira.wordpress.com/page/2/

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