Histórias engraçadas para mandar para os amigos

Para manter arrumada a área próxima à impressora, nosso departamento designou uma pessoa para tirar todas as cópias que estivessem ali por mais de 24 horas. Um colega imprimiu um documento e foi buscá-lo. Como não conseguia encontrá-lo, perguntou à moça encarregada do serviço se o tinha visto. Ela disse que havia jogado fora tudo com mais de 24 horas.
– Mas acabei de imprimir – explicou meu colega.
– Ah, sinto muito – retrucou a mulher. – É que não vou estar aqui amanhã.

Aos 55 anos, meu amigo Gerard comprou um computador, embora jamais tivesse usado nem máquina de escrever. Depois de investigar o aparelho, decidiu ligar para o número do suporte. A voz amiga do outro lado da linha então explicou, passo a passo, como a máquina funcionava. Tudo ia bem até a pessoa pedir que apertasse a barra de espaço. Depois de estudar o teclado, Gerard disse:
– O meu é o último modelo e não tem isso.
Mas, após as explicações, conseguiu finalmente encontrar. Uma semana mais tarde, Gerard teve problemas outra vez e telefonou de novo para o suporte. Enviaram um instrutor à sua casa para orientá-lo. Depois de alguns minutos, porém, a cabeça de Gerard estava dando voltas.
– Nem precisa continuar – suspirou ele. – Não entendo nada.
Tentando animá-lo, o instrutor garantiu:
– Olhe, o senhor entende mais do que muita gente. Semana passada, ligou um homem que não sabia nem onde ficava a barra de espaço!

Meu filho Pedro estava trocando os dentes quando trouxe para casa um dever sobre conjugação de verbos. Os exercícios seriam feitos a partir da frase “Os dentes de Ana caem quando bem querem”. Na primeira questão, pedia-se que “os dentes” fossem substituídos por “eles”. Em sua letrinha bem caprichada, Pedro respondeu: “Eles caem quando bem querem.” A segunda questão perguntava: “E se os dentes tivessem caído ontem, como ficaria a frase?” O menino respondeu: “Os dentes de Ana caíram quando bem quiseram.” A última questão pedia: “E se os dentes fossem cair amanhã, como ficaria a frase?” Sem titubear, Pedro escreveu: “Os dentes de Ana estão bem moles.”

Um membro do Parlamento morreu e, após algumas horas, um candidato, ávido, telefonou oferecendo-se para sucedê-lo:
– Sinto muito pelo recente falecimento do Sr. Jones – diz ele. – É possível eu tomar o seu lugar?
– Por mim, tudo bem – responde o funcionário do Parlamento. – Se o agente funerário não se importar…

David Macrae, Grã-Bretanha

O médico tenta tranquilizar o paciente:
– Não se preocupe com essa doença, eu mesmo a tive há muito tempo e fiquei completamente curado.
– Eu sei, doutor. Mas o seu médico era outro!

 

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